segunda-feira, 11 de abril de 2011

Lágrimas no Silêncio: O Drama das Crianças Seduzidas e Abucadas



Julio Severo







Recentemente, um jornal da Inglaterra noticiou: “Médico de família enfrenta sentença à prisão por ataques sexuais a pacientes menores e adultos. Timothy Healy, de 56 anos, drogava alguns de seus pacientes e então se filmava abusando deles enquanto estavam inconscientes. As vítimas, todas do sexo masculino, não sabiam que haviam sido abusadas até a policia procurá-las no ano passado. Alguns agora estão passando por aconselhamento”.
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Casos assim revoltam. Tal revolta é completamente justificável, pois abusar sexualmente de um adulto já é um crime horrível, mas praticar a pedofilia é um comportamento que chega aos limites do anormal. Pedofilia significa gostar de crianças, num sentido sexual. Já que um menino ou menina não está física, espiritual e emocionalmente preparado para se relacionar sexualmente, qualquer ato que conduza a criança ao sexo ou ao despertamento sexual constitui agressão ao desenvolvimento infantil. No caso do médico inglês, ele sentia atração homossexual pelos pacientes.

Em algumas situações, os pedófilos nem precisam drogar suas vítimas. As crianças de hoje estão tão expostas e acostumadas à nudez e cenas de sexo na TV que o terreno já está preparado para a aproximação de sedutores. Conversei recentemente com uma menina de 4 anos de idade e perguntei sobre as pessoas de quem ela gostava mais. Além do pai e da mãe, a resposta trouxe uma marca inconfundível do papel da mídia na vida das famílias: a menina me apontou uma artista de novela como seu alvo de admiração. A novela em questão é, em termos bíblicos e seculares, imprópria até para adultos, por seu desrespeito não só aos valores cristãos, mas também por sua agressão aos valores morais mais básicos. Outras meninas que conheço, da mesma idade, assistem à mesma novela e são expostas à sexualidade desenfreada de adultos que ainda não tiveram a oportunidade de ser salvos e transformados.

Expor crianças a cenas de sexo também pode ser considerado abuso, num nível psicológico. Tal abuso, além de prejudicar o desenvolvimento normal da criança, pode abrir um ponto de vantagem para potenciais sedutores, que encontram mais facilidade para se aproximar de crianças acostumadas ao sexo da TV.

Há dois tipos principais de indivíduos que cometem atos sexuais contra crianças. Há os homens, verdadeiros criminosos, que podem pegar qualquer criança desconhecida e violentá-la. E há os casos menos visíveis, onde o crime não é cometido por estranhos, mas por gente da própria família ou amigos íntimos da família.

Se uma menina de 10 anos fosse estuprada ao vir da escola, ela não teria o menor receio de revelar aos pais o que lhe aconteceu. A violência do ato não daria espaço para timidez. Mas as situações em que o estupro ocorre na família deixam a criança confusa e despreparada emocionalmente. Diferente do criminoso desconhecido que usa a força e a violência, o indivíduo que deseja sexualmente uma criança da família recorre a seduções e enganos. A sedução também inclui outros atos sexuais, tais como carícias, assédio sexual e exibicionismo, em que o indivíduo tira toda a roupa na frente da criança ou lhe mostra os órgãos sexuais. Todas essas experiências deixam cicatrizes emocionais que acompanharão a criança pelo resto da vida.

Embora o indivíduo que se aproveita de uma criança da família utilize truques de carinho e afeto para conduzir a criança a uma experiência sexual, é preciso esclarecer que a afeição física normal entre os pais e seus filhos não é errado. Segurar a mão, abraçar e beijar no rosto são gestos de amor normais e indispensáveis numa família saudável. Com tal demonstração de afeto, as crianças conseguem aprender a experimentar o acolhimento e segurança que Deus projetou para a família.

Raramente alguém precisa utilizar a força ou ameaças violentas para se aproveitar de um menino ou menina ou para impedi-los de contar “o segredo”. Embora seja inocente, depois de uma experiência de sedução a criança se sente suja, envergonhada e “estranha”. Ela não entende o que aconteceu, mas sente que há algo muito errado na situação.

Dor e Segredo dentro da FamíliaConheci uma jovem que por muitos anos viveu uma vida de confusão e tragédia em seus relacionamentos pessoais. Ela tinha dificuldade de fazer amizades saudáveis, mas não porque tenha nascido desajustada. Todo problema tem uma causa. Quando tinha 11 anos, seus pais, que eram evangélicos, visitaram parentes e, num dia em que foram passear pela cidade, deixaram a menina com os primos. Os pais da menina relutaram, mas acabaram permitindo que sua filha ficasse na casa, com a convicção certa de que entre parentes nada de mal poderia ocorrer. Lamentavelmente, ocorreu. Os dois primos, mais velhos que ela, colocaram em prática sua curiosidade sexual e envolveram a menina em experiências que desviaram completamente sua rota de uma sexualidade saudável. Os rapazes não eram tarados, mas como diz o ditado: “A ocasião faz o ladrão”. A menina não conseguiu reagir com força aos avanços sexuais porque já estava acostumada à nudez. Seus pais, seguindo conselhos de psicólogos, costumavam expor a própria nudez aos filhos, principalmente tomando banho com eles sem roupa alguma.

Sua “iniciação sexual” aos 11 anos a deixou vulnerável e aberta a outros sedutores. Já com 13, ela começou a ser usada sexualmente por homens adultos. Embora tais experiências tenham alterado sua vida para pior, ela nunca revelou aos pais o que aconteceu. O caso dessa jovem representa, de forma real, o drama em que vivem as crianças que são seduzidas por gente da família e depois passam o resto da vida caladas, com seu segredo e dor.

Em geral, as vítimas de abuso sexual dentro da família são meninas de 8 a 12 anos. Nessa idade, a experiência sexual tem conseqüências que duram muitos anos. Em recentes estudos, 70% das presidiárias e 90% das prostitutas afirmaram, em entrevistas numa pesquisa, que haviam sofrido abuso sexual quando eram crianças. 
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Ainda que as meninas costumem ser o alvo mais comum dos sedutores, os meninos também podem ser vítimas. Uma mãe evangélica foi fazer compras no centro da cidade e deixou seu filho de 8 anos com uma amiga evangélica. Não poderia nem deveria ter ocorrido nada de anormal, pois havia ali uma amizade de confiança. Mas essa amiga tinha um filho maior de 18 anos que levou o menino para passear, seduziu-o e o usou sexualmente. Depois de tal experiência, o menino passou a sentir confusão sexual e vergonha e jamais contou aos pais sobre o abuso sofrido. Uma opressão espiritual começou a pressioná-lo em direção ao homossexualismo. Assim como no caso da menina abusada aos 11 anos, o menino também viveu com seu segredo e dor. Ele só não foi arrastado para um estilo de vida homossexual porque teve um encontro forte com Jesus. Mas a menina passou a viver uma vida de desilusões com o sexo masculino.

A maioria esmagadora dos homens e mulheres que carregam na alma as feridas do abuso sexual cometido por amigos ou familiares são vítimas silenciosas. A vergonha e humilhação são tão grandes que muitas vítimas não conseguem procurar socorro. É importante compreender que a sedução pode ocorrer de diversas maneiras. Mas em geral a criança ou adolescente é seduzido de algum modo para estimular sexualmente outro indivíduo que é adulto ou consideravelmente mais velho do que a vitima ou alguém que tem algum tipo de controle ou autoridade sobre a vítima. O contato sexual envolve toques físicos que estimulam sexualmente o sedutor ou a vítima. Alguns tipos de abuso:

Contato sexual direto com a vítima, com ou sem força.


Atos de carícia, toque e manipulação na área sexual ou nos seios.

Beijar ou tocar partes do corpo da vítima, com ou sem roupa, para criar estímulo sexual.

Outros tipos de abuso não envolvem toques, mas causam marcas psicológicas na vitima:

O sedutor fica deliberadamente observando uma criança ou adolescente sem roupa.


O sedutor expõe a vítima a imagens sexuais — fotos de pessoas nuas, literatura ou vídeos pornográficos ou a exibição de seu próprio corpo — para quebrar a resistência da criança e provocar estímulo sexual.

O sedutor faz comentários insinuando sedução.

O abuso sempre deixa marcas na alma da vítima. Mesmo em situações em que a criança ou adolescente é levado a querer participar de uma atividade sexual, não deixa de ser crime. As conseqüências atingem as emoções e o corpo, que pode experimentar dor e ferimentos no ato do abuso (sem mencionar doenças venéreas), e podem deixar a vítima seriamente vulnerável a vários tipos de opressão espiritual. Crianças seduzidas têm, mais tarde na vida, problemas para estabelecer relacionamentos saudáveis de amizade e casamento.

Riscos & ConseqüênciasOs fatores de risco para a criança envolvem a ausência de um pai natural em casa, um pai que foi violentado na infância e falta de supervisão dos pais. No entanto, até mesmo crianças criadas por pais atentos num lar saudável podem se tornar vítimas de um parente, vizinho ou outro adulto em quem a família confia.

Uma das tarefas mais delicadas e desagradáveis dos pais é prevenir os filhos a tomarem muito cuidado com os perigos aí fora na rua. Mas como prevenir a criança de que alguns desses mesmos perigos também ocorrem fora das ruas? Para sua própria proteção, a criança precisa ser ensinada que ela não pode confiar em ninguém, mesmo em adultos conhecidos da família e mesmo em homens de quem ela goste. Alguns pedófilos têm um jeito especial com crianças — eles sabem agradar e brincar com elas e sabem como demonstrar afeição e atenção.
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O abuso sexual ocorre em famílias de todos os níveis sociais — não só entre as pessoas pobres que não vão à igreja. Não é fácil identificar uma criança abusada, pois a maioria tem medo e vergonha de revelar o que aconteceu, principalmente quando o pedófilo é alguém de confiança da família. Não é fácil também identificar um pedófilo, pois muitos podem parecer gente importante nos meios sociais e na igreja. Em geral, seus atos de sedução ficam escondidos e nunca chegam ao conhecimento das autoridades e dos pais da vítima.

Pessoas que sofreram sedução na infância carregam em segredo feridas na alma. Elas não têm coragem de revelar seus sofrimentos e lutam contra os traumas secretos que interferem com seu crescimento espiritual e relacionamento com outras pessoas. Muitas vítimas, como conseqüência direta de uma experiência de abuso sexual, passam a experimentar:

Baixa auto-estima e sentimento de vergonha. O sentimento de que elas também são culpadas do que aconteceu. O sentimento de que há sempre algo errado com suas vidas e de que elas são “menos importantes” do que as outras pessoas.


Vício de drogas e álcool.

Problemas sexuais, tais como aversão ao sexo ou desejos incontroláveis de ter sexo.

Problemas para estabelecer relacionamentos saudáveis com outras pessoas e com o cônjuge.

Depressão.

Desordens obsessivas/compulsivas, como comer demais, bulimia ou anorexia.

Facilidade para fazer amizade e ter relacionamento com indivíduos que tiram proveito sexual.


Muitos acham estranho o fato de uma jovem seduzida na infância ter inclinação para se envolver justamente com “amizades” que se aproveitarão dela sexualmente. Como explicar tal inclinação? John Wimber, ex-professor do Seminário Fuller, comenta: “Os demônios ganham um ponto de entrada na vida das pessoas através de várias maneiras. Ódio de si mesmo e de outros, vingança, falta de perdão, desejos sexuais descontrolados, pornografia, comportamentos sexuais errados, várias perversões sexuais e abuso de álcool e drogas geralmente abrem a porta para influências demoníacas”.
[4] Infelizmente, as conseqüências podem não atingir só os sedutores. Wimber diz: “Provavelmente, [os demônios] ganham acesso a meninos e meninas que são vítimas de abuso”.[5]Muito embora não tenham culpa alguma da crueldade que sofreram, as vítimas de abuso passam a viver uma vida de mágoa, revolta e desprezo por si mesmas. Demônios podem se aproveitar dessa situação de trauma e começar a exercer influência de opressão e desestruturação. Isso explicaria o motivo por que muitos jovens violentados na infância acabam se envolvendo em prostituição, vários tipos de comportamentos sexuais errados, bruxaria e relacionamentos prejudiciais. Alguns até passam a cometer os próprios abusos que sofreram.

Abuso nas IgrejasAs igrejas evangélicas estão se despertando para os perigos do abuso sexual que ameaçam crianças num lugar que deveria ser o mais seguro: a casa de Deus. Um artigo publicado na revista Charisma revela como pastores, líderes de jovens e obreiros têm se aproveitado de sua posição de confiança para seduzir meninas, meninos e adolescentes.
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As vítimas muitas vezes sofrem caladas durante anos, pois elas ficam confusas e não entendem como podem ter sofrido sexualmente num lugar onde elas deveriam apenas ter liberdade para adorar a Deus e experimentar seu amor. É o caso da menina Chrissy de 7 anos de idade, que foi seduzida no dia em que foi batizada. O que deveria ser um dos acontecimentos mais importantes na vida dela ficou marcado também com o sentimento de vergonha, medo e humilhação. Hoje, aos 38 anos, Chrissy é mãe de dois filhos e afirma que sua recuperação espiritual começou quando ela permitiu que o Espírito Santo curasse seu sofrimento emocional.

Outro caso é o de Demise, que tinha 15 anos quando foi abusada pela esposa do líder de jovens de uma Igreja do Evangelho Quadrangular. “Experimentei a plenitude do Espírito Santo e meia hora depois a esposa dele me encurralou dentro da igreja e abusou de mim”, disse ela. “Lembro-me de achar que com certeza Deus se manifestaria e a mataria por fazer aquilo num lugar sagrado”.

O maior inimigo é o silêncio entre os evangélicos, que preferem não falar muito sobre um assunto tão delicado. Parece mais fácil comentar quando o problema se refere a outras religiões, como os recentes escândalos na Igreja Católica dos EUA.

Um importante estudo revelou que 7 por cento dos filhos de missionários relataram ter sofrido abuso sexual, principalmente quando viviam e estudavam em internatos enquanto seus pais trabalhavam para evangelizar em regiões distantes.
[7] O estudo foi preparado por um grupo de importantes organizações missionárias e prova de modo claro que há um problema que muitos evangélicos não querem enfrentar. O problema só não foi revelado antes porque as organizações missionárias tinham medo de perder doações e apoio se tivessem de enfrentar manchetes negativas na imprensa. Assim, a solução era negar a possibilidade do problema ou fazer de conta que não existia.

Annette McNeill Keadle tinha 8 anos quando estudava num internato para filhos de missionários. Ela relatou ter sido violentada pelo homem adulto que estava ali para cuidar dela enquanto ela estava longe dos pais. Quando houve a revelação do crime, o homem confessou o estupro, mas teve permissão de continuar trabalhando na escola até o final do ano. Depois, foi despedido, mas o caso não foi levado às autoridades. Outra vítima, Marcia MacLeod, afirmou que o fato de que o internato não quis entregar o pedófilo à polícia a fez se sentir inútil, pois a falta de punição estava demonstrando falta de preocupação e interesse no seu bem-estar.

O aspecto positivo é que, percebendo a gravidade do problema, muitas igrejas americanas estão agora adotando medidas para impedir situações em que um adulto, até mesmo um líder ou pastor, possa ter facilidade ou tentação para abusar de crianças ou adolescentes. O fato é que todas as igrejas deveriam se mobilizar para estabelecer padrões mínimos de prevenção para evitar esse tipo de problema.

Comum entre GaysCom o aumento do homossexualismo hoje, os casos de meninos violentados estão aumentando. Segundo o noticiário WorldNetDaily (
www.wnd.com), o abuso sexual contra crianças é mais comum entre os homossexuais. A Drª Judith Reisman, pesquisadora e sexóloga, afirma que os homossexuais “abusam sexualmente de menininhos com uma incidência que está ocorrendo cinco vezes mais do que o abuso contra as meninas...” [8]

O Journal of Homosexuality (Jornal da Homossexualidade) publicou uma edição especial intitulada “Intimidade Intergeração Masculina”, contendo muitos artigos apresentando o sexo entre homens e meninos como relacionamentos amorosos. Um dos artigos dizia que os pais deveriam ver os pedófilos que amam seus filhos “não como rivais ou competidores, não como indivíduos que querem lhes roubar uma propriedade, mas como parceiros na criação do menino, alguém que deve ser bem recebido no lar”.
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Embora não sejam raros, os casos em que meninos são seduzidos e estuprados por homossexuais são difíceis de identificar quando são noticiados, pois a imprensa quase sempre evita mencionar que o sedutor é gay (como na notícia do médico inglês no início deste artigo), até mesmo quando a realidade é inegável. Algum tempo atrás, um pediatra brasileiro abusou de vários adolescentes do sexo masculino, porém os noticiários tiveram todo cuidado de não mencionar a palavra homossexual. Na cultura politicamente correta de hoje, a norma é não só valorizar o comportamento gay, mas também protegê-lo de verdades prejudiciais à sua aceitação e expansão.

Sinais de AbusoÉ fácil ignorar os sinais de que algo pode não estar bem numa criança ou adolescente, mas ignorar a realidade não vai ajudar quem foi prejudicado. Não há a necessidade de suspeitar de tudo e de todos, mas é preciso que sejamos sensíveis e alerta com relação a uma criança ou adolescente em necessidade, pois o problema é tão silencioso que nossa ação pode representar o único modo de a vítima ser liberta e escapar da ameaça de continuar sendo abusada. Cada situação é diferente, mas há indícios que revelam que uma criança pode estar passando por um problema.
A criança fala ou mostra conhecer coisas de sexo que não é natural para sua idade ou então expressa afeição de um modo que não é normal para uma criança. Se uma criança é pega ensinando outras crianças brincadeiras relacionadas a sexo, ela pode estar apenas repetindo o que ela mesma viveu em alguma situação.

Depressão, inclusive idéias de suicídio.

Extrema timidez.


Problemas para dormir, inclusive pesadelos, que ocorrem com mais freqüência do que seria normal.

Mudanças repentinas e extremas de comportamento, tais como perda de apetite, isolamento social, problemas nos estudos na escola e medo de adultos, principalmente quando a criança não gosta de ir a determinado lugar ou passar tempo com determinada pessoa.

Medo de ficar só.

Queixas físicas, tais como dores abdominais ou dores de cabeça.

Roupas de baixo com rasgos ou manchas. Sangramento, arranhões ou inchação dos órgãos genitais ou boca. Freqüente corrimento vaginal ou dor ao urinar. Embora esse problema não indique uma menina foi abusada, pode ocorrer depois de um abuso.


Além disso, preste atenção se você nota alguém mostrando afeição de um modo quase sexual para uma criança ou fazendo comentários e elogios sobre o corpo da criança que não parecem normais.

Nossa Responsabilidade
Se você sabe ou suspeita de um caso de abuso sexual na sua família ou outro lugar, você precisa agir! Você tem a responsabilidade de levar o caso às autoridades: “Não participem das coisas sem valor que os outros fazem, coisas que pertencem à escuridão. Pelo contrário, tragam todas essas coisas para a luz”. (Efésios 5:11 BLH) Se uma criança lhe contou que foi abusada, é muito importante que você ofereça apoio, amor e segurança. Em primeiro lugar, acredite no que a criança disse. As crianças quase nunca mentem sobre essas coisas. Mas tome cuidado com sua reação, pois a criança poderá pensar que sua revolta e choque são contra ela. Diga a ela que ela não fez nada de errado e que você está contente que ela lhe tenha revelado o segredo. Depois de tudo, procure assistência imediatamente.

Mesmo quando a criança se dispõe a falar, às vezes os pais não acreditam no que ela conta ou então fazem pouco caso dos efeitos na vida dela. Muitas vezes, a exatidão do testemunho da criança é colocada em dúvida. Mas é quase impossível uma criança inventar cenários sexuais sobre os quais ela deveria saber muito pouco ou nada, a não ser que ela tenha vivido uma experiência. O normal é a criança negar o que aconteceu. A sedução sexual envolve tanta vergonha para a criança que, mesmo quando há sinais físicos de abuso, ela poderá negar que houve um abuso.

Os pais devem ser fortes o suficiente para prestar muita atenção no que seus filhos dizem, enfrentar o fato de que pode ter ocorrido um abuso e então apoiar a criança ou adolescente e ajudá-la a atravessar a situação. Será necessário levar a vítima para ser examinada e é recomendável que ela receba aconselhamento e acompanhamento emocional e espiritual adequado para ser curada dos traumas. Esse acompanhamento poderá durar anos.

È de importância vital manter a criança longe do sedutor. É necessário também levar o caso à justiça. Talvez os pais tenham dificuldade de fazer a criança passar pelo trauma de ser interrogada pela polícia, dar testemunho diante de um juiz, etc., principalmente quando o sedutor era alguém de confiança da família. Mas é muito importante que se mostre para a criança que o abuso não vai ser tratado com pouco caso.
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Se o caso não for denunciado, há o sério perigo de que o sedutor venha a fazer outras vítimas. Se você não sabe o que fazer, procure alguém da justiça e peça orientação.

É Melhor Prevenir do que Remediar
O que se pode aprender com tudo o que foi apresentado e dito é que as crianças, até mesmo filhos adolescentes, não deveriam ser deixados sem supervisão direta. Os pais têm a responsabilidade de proteger os filhos não só dos perigos mais óbvios, mas devem estar sempre presentes para que os filhos não caiam em armadilhas inesperadas. As surpresas, agradáveis e desagradáveis, sempre podem ocorrer e a única coisa que os pais podem fazer para se prevenir é estar sempre por perto e vigilantes. Uma professora certa vez contou o segredo que uma aluna lhe revelou. A menina tinha o costume de fazer lição de casa com um coleguinha, que tinha a mesma idade dela: 11 anos. Os pais tinham tanta confiança nela e nele que um dia precisaram sair apenas um pouco. Esse “pouco” foi suficiente para acontecer o ato sexual, e a menina se abriu para a professora querendo entender o que havia acontecido… Os pais nunca vieram a conhecer o segredo da própria filha.

É claro que os pais evangélicos conscienciosos oram e entregam os filhos aos cuidados de Deus. Essa é a atitude correta. Mas é preciso estar mais presente na vida dos filhos. O Dr. James Dobson aconselha: “Não acho que seja uma boa idéia deixar seus filhos de ambos os sexos aos cuidados de rapazes adolescentes. Eu também não permitiria que meu filho adolescente cuidasse de alguma criança. Por que não? Porque há tanta coisa ocorrendo sexualmente dentro dos adolescentes do sexo masculino. É uma preocupação que invade todo aspecto da vida. O impulso sexual nos meninos está no auge da vida entre a idade de 16 e 18. Sob essa influência, crianças já foram gravemente prejudicadas por ‘bons meninos’ que não tinham intenção alguma de fazer mal, mas que foram levados pela curiosidade a experimentar e explorar. Estou certo de que muitos dos meus leitores discordarão dessa posição e poderão até se sentir chocados. Na vasta maioria dos casos, seria seguro ignorar meu aviso. Mas eu simplesmente não daria chance alguma durante os anos vulneráveis. Os riscos são grandes demais. Tenho conversado com um número muito grande de pais que lamentaram confiar em alguém que eles achavam que era de confiança. Faço essa recomendação sabendo que confundirá e talvez até revoltará alguns de vocês. É simplesmente minha opinião baseada em incidentes infelizes que tenho testemunhado através dos anos”. 
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Como Proteger seus FilhosA chave para proteger seus filhos é se comunicar com eles de modo aberto e sincero em todas as áreas — não só na área sexual. É importante que seus filhos saibam que eles podem vir conversar com você sobre qualquer coisa. Passe tempo diariamente com eles para descobrir como eles estão indo e como estão se sentindo — e deixe-os falar enquanto você presta atenção.

É melhor quando as crianças aprendem sobre a vida de um modo natural, tranqüilo e que agrade a Deus — ensinando-se o que é adequado de acordo com a idade delas. Seus filhos vão aprender sobre sexo de alguém. Busque a sabedoria de Deus, mas em geral, se a criança já começa a fazer perguntas, é hora de orientá-la de um modo que ela entenda. Treinar a criança a sempre obedecer a todos os adultos pode ser muito perigoso. Seus filhos precisam ser ensinados que se um adulto lhes pedir para fazer algo que eles acham errado, eles devem dizer “não” e procurar os pais. Assim, pode ser prejudicial, por exemplo, forçar uma criança a abraçar ou beijar um tio ou outro adulto quando ela não quer. Lembre-se: quase todos os casos de sedução são cometidos por adultos amigos de confiança da família.

Ensine seus filhos que se alguém lhes disser “Não diga para ninguém”, “A mamãe via ficar furiosa se souber” ou “É um segredo”, eles devem procurar você imediatamente. Ensine que você vai ficar contente quando eles lhe revelarem situações desse tipo e não se esqueça de realmente demonstrar sua alegria quando eles lhe procurarem.

Uma idéia muito boa é você conversar com seus filhos sobre “toques bons”, “toques maus” e “toques que confundem”. Você pode simplesmente explicar: “Toques bons fazem você se sentir bem, como um abraço da mamãe ou segurar a mão do papai. Os toques maus fazem você se sentir mal. Toques que confundem podem parecer bons no começo, mas depois fazem você se sentir mal ou estranho por dentro, como se você estivesse sentado no colo de um homem e ele começasse a tocar em você em lugares de que você não gosta. Ou então no caso de alguém que pede que você lhe toque numa parte do corpo que assusta você”.

Converse com seus filhos calmamente sobre essas coisas. Ensine-lhes que eles sempre devem dizer NÃO e procurar você imediatamente. Uma criança precisa aprender dos pais que Deus criou o corpo dela e que o corpo dela é belo. Mas Deus deu o corpo dela para ela, e ela deve ser ensinada a não deixar ninguém tocar em seu corpo de um modo que a faça se sentir estranha ou com medo ou a faça sentir algo ruim.

Ajuda para VocêPara você que sofreu abuso, um dos primeiros passos para sua cura e recuperação é quebrar o silêncio sobre os “segredos” que você está guardando. É claro que você deve revelá-los a pessoas compreensivas e de confiança. Você experimentará crescimento e libertação do sentimento de vergonha se compreender a importância de procurar o apoio de um pastor ou líder de confiança que possa ajudar.


Bibliografia:
Baby & Child Care (Focus on the Family: Colorado Springs, CO 1997),
Incest: The Family Secret (Last Days Ministries: Lindale, TX, 1985).
For those who have been abused (Healing Hearts [folheto americano sem endereço e sem data, disponivel com o autor]).

Copyright 2003 Julio Severo. Proibida a reprodução deste artigo sem a autorização expressa de seu autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia. Para mais informações: http://www.juliosevero.com


Outro artigo do autor sobre abuso sexual:

Aborto: A Solução Não é Só Abusar, Mas Matar?

[1] http://news.independent.co.uk/uk/crime/story.jsp?story=320976
[2] http://www.lastdaysministries.org/articles/incest.html
[3] Phyllis Schlafly, Pornography’s Victims (Crossway Books: Westchester, IL1987), p. 184.[4] John Wimber, Power Healing (Harper & Row Publishers: New York, NY, 1987), p. 118.[5] Idem, p. 203.[6] http://www.charismanews.com/online/articledisplay.pl?ArticleID=2055
[7] http://www.charismanews.com/online/articledisplay.pl?ArticleID=1820
[8] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=27431
[9] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=27431
[10] Baby & Child Care (Focus on the Family: Colorado Springs, CO 1997), pp. 314-317.[11] Dr. James Dobson, Bringing Up Boys (Tyndale House Publishers: Wheaton, Illinois, 2001), p. 127.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O Verdadeiro RATZINGER





por Johnny T. Bernardo

Eleito Papa após a morte de João Paulo II (2005), Joseph Ratzinger está em meio a uma crise que promete abalar as estruturas da Igreja. Ratzinger nasceu em Marktl am Inn, uma pequena vila na Baviaria (Alemanha). Criado em um ambiente antissocialista, Ratzinger iniciou sua "carreira" no catolicismo em 29 de junho de 1951, quando ele e seu irmão Georg Ratzinger foram ordenados sacerdotes pelo cardeal Faulhber de Munique. Em 25 de março de 1977 ascendeu ao cargo de Arcebispo de Munique e Freising. Apenas três meses depois (no dia 27 de junho) é ordenado Cardeal do consistório, data essa em que recebeu o título presbiteral de "Santa Maria da Consolação no Tiburtino". Foi a partir dessa data que Ratzenger angariou novos cargos e prestígios na cúria romana, como apresentamos a seguir.
  • Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé (antiga Suprema e Sacra Congregação do Santo Ofício). Segundo o artigo 48 da Constituição Apostólica, promulgada pelo Papa João Paulo II, em 28 de junho de 1988, uma das atribuições da entidade era "defender e difundir a doutrina católica no mundo".
  • Cardeal-bispo da Sé Episcopal de Velettri-Segni (1993);
  • Decano do colégio Cardinalício (2002);
  • Papa (2005)
Envolvimento com a juventude Hitlerista
Apesar de suas declarações em contrário, Ratzinger participou da Juventude Hitlerista e lutou lado com seu irmão na defesa do Terceiro Reich. Detalhes de seu envolvimento com a agremiação paramilitar nazista pode ser vista em sua autobiografia: "Marco, Memórias: 1927 - 1977". De fato, o atual Papa Bento XVI aos dezesseis anos de idade foi convocado para proteger uma fábrica da BMW nos arredores de Munique e depois foi deslocado para a fronteira da Áustria com a Hungria para construir armadilhas contra tanques, local onde permaneceu por dois anos.

Na foto acima, Ratzinger aos dezesseis anos com o uniforme nazista.
Criada em 1922, a Juventude Hitlerista se apresentava como uma organização paramilitar do partido nazista. Segundo um verbete da Wikipédia, a Hitlerjugend (Juventude Hitlerista ou Juventude Hitleriana) visava treinar adolescentes alemães de 6 a 18 anos de ambos os sexos para servirem aos interesses do Nazismo. Esses grupos de indivíduos, doutrinados pelo Estado, existiu entre 1922 e 1945. Em 1936, Hitler unificou as organizações de jovens e anunciou que todos os jovens alemães deveriam se alistar nos Jungvolk (Povo Jovem) aos 10 anos, quando poderiam ser treinados em atividades extracurriculares que incluíam a prática de esportes e acampamentos, além de uma doutrinação ao nazismo.
Diante das denúncias de que Ratzinger era simpático ao nazismo, os defensores do sumo pontíce alegam que ele simplesmente serviu ao exército nazista, e que jamais se filiou ao Nazi. No entanto, evidências mostram que tanto Ratzinger como o Papa Pio XII deram total apoio ao nazismo, emprestando-lhe ajuda e financiando suas tropas. Eles aparecem em fotos juntos em cerimônias com Hitler, o que atenua ainda mais a suspeita de que Ratzinger não era simplesmente um recruta que agia contra sua vontade, mas que possuía um vínculo muito próximo com a alta hierarquia do Nazismo. Mais importante ainda é dizer que antes mesmo de ser soldado, Ratzinger foi membro da Juventude Hitlerista. Ratzinger nutria já à época uma profunda admiração pela juventude Hitlerista, seu modo de vida e expressão social.
Conivente
É essa a palavra que mais exemplifica o envolvimento da Igreja Católica com o nazismo. Ela foi conivente ao se submeter ao jugo de Hitler por motivos de sobrevivência, como fez na Itália em relação a Mussolini. Em troca do reconhecimento da Igreja, Mussolini doou 750 milhões de libras, além de uma área de quase meio quilômetro onde seria construído o Vaticano. Com Hitler não foi diferente. Embora não compartilhasse de muitas de suas ideias, o então Papa Pacelli comandou e supervisionou a concordata com os nazistas. Por intermédio do monsenhor Grober, conhecido como o “bispo nazista”, os termos da concordata foram assinadas em 20 de julho de 1933, data essa em que Hitler ascendeu ao poder na Alemanha.
Por quase 12 anos a Igreja Católica mostrou-se conivente para com o genocídio praticado pelas infames SS, quando seis milhões de judeus foram torturados e mortos em campos de concentração. Isso tem uma explicação óbvia: a Igreja nunca se importou com o povo judeu, sendo eles mesmos os inquisidores de muitos durante a História. O antissemitismo sempre foi uma constante nos bastidores de Roma. Não somente durante a Inquisição (especialmente na Espanha), a Igreja Católica perseguiu, torturou e sacrificou milhares de judeus em nome da “santa doutrina católica”. A lista de maus tratos é enorme, e pode ser lida por completo aqui.
O que aconteceu na Alemanha não era nenhuma novidade para a Igreja; a morte de seis milhões de judeus era apenas uma cifra a mais na lista das tantas praticadas por eles durante seis séculos de Inquisição e cruzadas. Há até quem suspeite que a ascensão de Hitler ao poder era, na verdade, parte de uma conspiração católica para impor seu domínio ao mundo, exterminar os judeus e os protestantes por definitivo. Os objetivos de Hitler – de estabelecer um “cristianismo positivo” e “eliminar as raças impuras” -, seria uma reencenação do que aconteceu na Espanha durante a Inquisição, quando mais de 50.000 judeus foram brutalmente assassinados pelas tropas católicas. O que motivou essa matança era o fato que os judeus representavam uma ameaça não só para a Igreja, mas também para toda a sociedade espanhola. Como em qualquer outra parte do mundo em que se esbelecem, os judeus gozavam de um considerável prestígio na sociedade espanhola da época. Foi a partir daí que surgiu a ideia de que o Judaísmo hereditário - ou “sangue mau” (“mala sangre”) -, era a raiz de todos os males que a sociedade espanhola atravessava. Nasceu então à obsessão pelo “sangue puro”, o estabelecimento de uma sociedade genuinamente espanhola e soberana. O mesmo aconteceria na Alemanha nazista de Hitler.
Mas onde se encaixa Ratzinger em meio a toda esta história? As evidências que pesam sobre ele são estonteantes, fazendo com que até mesmo a Igreja Católica da Alemanha lamentasse a sua eleição para Papa em 2005. Ele representa o há de mais contraditório e perturbador na história dos papas. O seu envolvimento com a Juventude Hitlerista, assim como como aconteceu com inúmeros outros jovens alemães, se deu em um momento de grande euforismo e religiosidade. O cristianismo positivista apresentado nos discursos de Hitler despertou em muitos jovens da época um sentimento de nacionalidade, independência e fervor religioso jamais visto em toda a Europa. Ratzinger deixou os estudos e se juntou a agremiação por acreditar que Hitler poderia reavivar o catolicismo, dar-lhe novos rumos e estabelecer um novo significado. Foi assim que ele se embrenhou no submundo do Nazismo, defendendo com unhas e dentes o Terceiro Reich.
A religiosidade de Hitler, somada a ideologia da "raça pura" mais o extermínio em massa de judeus era a fórmula perfeita para a ascensão do catolicismo no mundo. Nada disso era novidade, nem mesmo para os que começavam a sua vida na ordem. Católico para alguns, ateu para outros, não havia figura mais enigmática do que Hitler. Ratzinger era um dos que o admiravam, não só por sua capacidade de discurso, mas também por sua "dedicação" ao catolicismo e a fé dos seus pais. A história da civilização perdida de Atlândida e a raça ariana teria sido um estratagema criado para desviar a atenção do mundo para o que realmente estava por trás de Hitler: as mãos invisíveis, porém sempre presentes de Roma.
Bento XVI desperta a indignação do povo judeu
Mesmo depois de ser eleito Papa (2005), Ratzinger jamais demonstrou qualquer sentimento de arrependimento por ter contribuído com a morte de milhares de judeus na Alemanha nazista. Sua postura ainda é a mesma de quando militava na Juventude Hitlerista. Os judeus ainda continuam na lista negra da Igreja, mesmo quando a liderança católica afirma querer comungar com eles. A morte de Jesus ainda é usada para ridicularizar e perseguir o povo judeu. Nada mudou. O que mudou foi a maneira de encarar a situação, o rótulo com o qual a Igreja se apresenta ao mundo.
Ratzinger sempre esteve por trás das grandes decisões da Igreja, mesmo quando ainda servia como Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. O falso moralismo divulgado por ele nada mais é do que mais um estratagema desenvolvido pela Igreja para encobrir o seu passado sangrento.
Apesar de uma pequena minoria de judeus enxergarem em Bento XVI uma oportunidade de reconciliação, a maioria vê nele uma figura sombria e contraditória. São três os motivos pelos quais o colocam e uma situação delicada e ao mesmo tempo suspeita perante a comunidade internacional.
a) Frieza diante da participação dos alemães no Holocausto.
Apesar de afirmar ser contra o antissemitismo, Ratzinger resiste em reconhecer a participação dos alemães no Holocausto. Nas duas vezes em que mencionou o massacre de judeus (a primeira quando de sua visita ao campo de concentração de Auschwitz, e a segunda no Museu do Holocausto em Jerusalém), o sumo pontífice se limitou apenas a fazer uma ligeira referência aos mortos, sem, porém, mencionar os culpados.
Ratzinger atribuí ao massacre dos judeus a "um grupo de criminosos que abusaram do povo alemão para se servir dele como instrumento de sua sede de destruição e dominação". Segundo a AFP, esta frase, na boca do Papa, de origem alemã, pareceu isentar seu povo e criou polêmica. Após a visita de Bento XVI ao museu do Holocausto, Lau, que acompanhou o pontífce, disse que o "discurso foi lindo, mas achou que perdeu uma grande oportunidade: não lembrou que os que cometerem esse massacre foram os alemães".

b) Beatificação de Pio XII

Ratzinger não somente se omite em mencionar a participação dos alemães no Holocausto, como também é o autor da proposta de beatificação de Pio XII. O anúncio foi feito em outubro de 2009, quando em uma celebração no Vaticano o Papa Bento XVI relembrou os 50 anos da morte de Pio XII e a sua "dedicação" em proteger a Igreja. Em 2009, Pacelli foi levado à condição de venerável (santo), abrindo caminho para sua canonização. No mesmo ano, após assistir ao pré-lançamento do filme "Sob o Céu de Roma", longa rodado para enaltecer a figura do Papa Pacelli (Pio XII), acusado de ter sido negligente diante do massacre de judeus, Ratzinger fez um discurso em defesa do seu amigo. No discurso, o sumo Pontífice chamou Pio XII de "mestre na fé" e afirmou que o seu silêncio salvou a cidade de Roma. Isso mostra, uma vez mais, que o que sempre pesou na balança Hitler-Vaticano, foi os interesses da Igreja. Mas e os seis milhões de judeus sacrificados? Foi um mal necessário, pois, segundo Ratzinger: os fins justificam os meios.

c) Proteção ao bispo que negou o Holocausto

A situação de Bento XVI se agravou ainda mais quando ele suspendeu a excomunhão do bispo inglês Richard Williamson. Acusado de ser negligente com o massacre de seis milhões de judeus na Alemanha nazista, Williamson chocou a comunidade internacional ao afirmar que o Holocausto nunca aconteceu. Em uma declaração a emissora sueca SVT em janeiro de 2009, 
Williamson afirmou que apenas entre 200 mil e 3oo mil judeus morreram nos campos de concentração, e jamais em câmaras de gás. A declaração ocasionou protestos em todo o mundo, principalmente por parte das organizações judias.

O teólogo heterodoxo suiço Hans Kung pediu a renúncia do Papa Bento XVI após o escândalo. Kung foi proibido de ensinar teologia católica em 1980, porque passou a questionar o dogma da infabilidade papal. Em uma declaração ao jornal "Frankfurter Rundschau", Kung foi enfático ao comentar sobre as gafes do Papa Bento XVI.

"Primeiro, ele questionou se os protestantes formam uma Igreja. Depois, em seu infeliz discurso de Rosensburg, chamou os muçulmanos de desumanos. E agora ofende os judeus permitindo o retorno à Igreja de um negado do Holocausto".

Hans Kung lecionou teologia juntamente com Ratzinger na Universidade de Tubingen e, embora tenha permanecido na Igreja após ter sido expulso da Universidade, ele é hoje um dos principais críticos do papado e se dedica ao diálogo com outras religiões.

Bento XVI e a Nova Ordem Mundial

Que relação teria o Papa Bento XVI com a Nova Ordem Mundial? Há indícios convicentes de que Bento XVI é maçon ou, nas melhores das hipóteses, coopera com a Nova Era. A foto em que ele aparece fazendo o sinal do cornudo somente vem reforçar essa suspeita, já que outras figuras de destaque internacional, como Obama, Bush, Clinton e Hillary, também já foram pegos fazendo o mesmo sinal.


Bento XVI faz o sinal do cornudo em cerimônia no Vaticano


O sinal do Cornudo surgiu em Nápolis, na Itália, e era conhecido como "Mano Cornuto", cujo significado é "mão chifrada". Ele se popularizou somente na década de 70 quando o cantor Ronnie James Dio começou a usá-lo em suas apresentações. Atualmente a mão chifrada é usada pelos adeptos do satanismo como uma forma de reconhecimento ou adoração ao demônio. Ao fazer tal sinal, o Papa 
Bento XVI demonstrou claramente seu comprometimento com a Nova Era e o satanismo em suas múltiplas formas. 

INPR Brasil 

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Afinal, o 11 de Setembro foi uma grande farsa?


 Mistérios sobre o 'World Trade Center' e o Pentágono


Bom, eu não gosto muito de propagar Teorias Conspiratórias, afinal muitas se baseiam em puro fanatismo religioso. Porém, com a chegada dos Boatos que o mundo vai acabar no próximo dia 21 de Maio, achei que seria interessante trazer esse assunto à discussão.



É claro que realmente houve um atentado ao World Trade Center e ao Pentágono naquele 11 de setembro de 2001, mas será que realmente aconteceu aquilo que a mídia e o governo americano divulgaram a respeito do caso? Bom, existem uma série de especulações que levam alguns a crerem que tudo não passou de uma farsa criada pelo próprio governo americano.

Que dizem os Conspiracionistas?

• O então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush já sabia do que ocorreria no 11 de Setembro.
• Os prédios do World Trade Center não desabaram apenas com o choque dos aviões. Foram implodidos.
• Nenhum avião atingiu o Pentágono, este parece ter sido atingido por alguma espécie de míssel.
• Tudo faz parte de um plano da elite mundial, afim de se estabelecer uma Nova Ordem.

Bem, o vídeo abaixo é um dos muitos pela internet que explicam como toda essa história de 11/9 pode ser uma farsa:



Mistério...

Outras coisas curiosas também...

Os conspiradores crêem que a Elite global, dona das mais influentes mídias, emissoras de televisão e industrias cinematográficas distribuem mensagens subliminares dos seus planos nos meios de comunicação. Por exemplo:

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Um subliminar "11 de Setembro" (911 em inglês) num episódio de Os Simpsons de 1997.

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O passaporte do Neil em Matrix (filme de 1999) expira em 11 de Setembro de 2001.

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Um jogo sobre a Nova Ordem Mundial de 1995 parece prever os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001...

Entre outras coisas...

Mais alguns fatos curiosos que os Conspiracionistas divulgam:

Em 11 de Setembro de 1991 (exatamente 10 anos antes dos atentados ao WTC), o então presidente dos EUA
(pai de George W. Bush) anuncia uma Nova Ordem Mundial:


11/9 também presente no filme "Exterminador do Futuro 2" (1991):


Numa cena em frente ao World Trade Center no filme "Gremlins 2" as canoplas dos microfones formam 9 11 (11/9):
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No filme "Trocando as Bolas" de 1983, os ponteiros dum relógio dentro do World Trade Center marcam 9 e o 11 (11/9):
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Eu não acredito nos illuminatis, mas que eles existem, existem.